domingo, 8 de maio de 2011

um dia lindo..


Abrir meu coração pra falar dela é a coisa mais fácil e emocionante que pode existir. Eu sei que nada se torna comparável ao amor e dedicação de uma mãe para um filho, mas hoje, hoje eu venho dizer que se existe verdadeiramente amor em mim, esse é totalmente direcionado a ela. Não que não sobrasse amor pra o resto, mas é que o tanto de amor que eu carrego aqui vem de um amor muito maior que é o dela. Um amor puro, tranquilo, mansinho. É aquele amor que não precisa se manifestar com nada pra saber que ele existe, que tá ali. É o tipo de amor que se obtém retorno num sorriso, num olhar, não precisa muita coisa.

Minha mãe é a pessoa mais forte e batalhadora que existe. Quem conheçe minha história sabe perfeitamente do que eu falo. Minha mãe sabe ser mãe, pai, amiga, conselheira, harmonia, calmaria, esperança e dedicação. Minha mãe que passa por provas de fogo por ser mãe e por carregar com ela todo esse dom que de fato só pode ser presente de Deus. Minha mãe que em tantas já se viu a ponto de desistir, de renunciar, mas por ser mãe voltou atras. Minha mãe que não faz nada por ela, mas tudo por mim. Minha mãe que mereçe e tem toda a minha admiração pelo seu jeito, seu caráter e sua força.

Obrigada meu Deus, obrigada por me dar a honra de ter sido gerada no ventre dela e por ter sido através dela que o Senhor me viu pela primeira vez.

Mainha, você é a pessoa que eu mais amo nessa vida. Sou louca e apaixonada por você.!

Um feliz dia das mães também a minha vó que se fez presente em grandes etapas da minha vida, me ajudando sempre. O meu te amo é em forma de agradecimento! Enfim, desejo a todas as mãenzinhas um feliz dia hoje e sempre. Beijo carinho a todas (:

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Tudo mal, mas tudo bem.


Guardando emoções e sentimentos, eu guardo também todas as fragilidades e medos que existe aqui, em mim. Quem verdadeiramente me conheçe, sabe até que ponto eu falo e demonstro. O que já foi grandes motivos de brigas entre amigas ou qualquer outro tipo de relaciomento. Sou calada quando o assunto se trata: EU. Diferente de quando alguém precisa de uma palavra amiga, uma ajuda, um conselho, quando minhas leseiras e excesso de carinho se fazem presente. Ou quando me deparo com alguém novo, quando o auge se torna minhas perguntas, onde no final eu acabo conheçendo a pessoa bem mais do que o que ela foi capaz de me conheçer. Na verdade, as pessoas muitas vezes nem se preocupam de tentar entender o que realmente se passa, talvez nem eu mesma saiba. Me fecho no meu mundo, armazeno tudo de ruim e me prendo a mim mesma. Sem chances de mais nada. Eu sei que tudo isso pode ser paranóia da minha cabeça e pior, sei também que isso me causa um mal sem dimensão. Uma das causas é o medo de se relacionar. Esse, não tão somente por minha culpa, mas por ter levado tantas e tantas, por sempre me entregar demais em tudo, por sempre querer o melhor e só receber o pior. Por sempre se relacionar com as pessoas erradas. Seria muita hipocresia da minha parte dizer que eu não agiria com alguém que acaba de chegar de uma forma, sem se preocupar se ela pode ou não me fazer mal. Não, eu não consigo mais. Se eu já era, me tornei ainda mais uma pessoa desconfiada com todos, claro, até um limite. Não que tenha virado uma coisa robótica, mas agora eu tento colocar os pés no chão bem mais. Não é a toa que aproveitei a deixa e até tomei decisões que até então, não conseguia.



"Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como "eu gosto de você". Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida – como quem olha de uma janela – mas não consegue vivê-la."


Caio.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

fotografias.


"O passo entre a realidade que é fotografada na medida em que nos parece bonita e a realidade que nos parece bonita na medida em que foi fotografada é curtíssimo. (…) É só você começar a dizer a respeito de alguma coisa: “Ah, que bonito, tinha era que tirar uma foto!”, e já está no terreno de quem pensa que tudo o que não é fotografado é perdido, que é como se não tivesse existido, e que então para viver de verdade é preciso fotografar o mais que se possa, e para fotografar o mais que se possa é preciso: ou viver de um modo o mais fotografável possível, ou então considerar fotografáveis todos os momentos da própria vida. O primeiro caminho leva à estupidez, o segundo à loucura."

Ítalo Calvino.